Seguindo uma sugestão de um comentário de uma professora para o blog do
bullying, gostaria de citar os principais sinais emocionais
apresentados por agressores de cyberbullying, tais como:
- desrespeitam a hierarquia familiar;
- manipulam pessoas para se livrar das confusões em que se encontram;
- portam-se como se nada de errado estivesse acontecendo e com arrogância;
- mudam rapidamente de tela ou fecham programas quando alguém chega perto;
- usam computadores até altas horas da noite;
- ficam triste de forma exageradamente incomum quando não pode usar o computador;
- usam múltiplas contas de internet ou uma conta que não é sua;
- riem de forma excessiva quando usam o computador e não querem compartilhar o motivo do humor;
- evitam discutir sobre o que está fazendo na internet, mostrando-se defensivo nessas horas;
- ficam nervosos ao usar a internet;
- apresentam comportamentos hostis e agressivos em relação aos pais e outros familiares;
- Apresentam com alguma frequencia, consumo abusivo de álcool e cigarros.
Mas o que os pais podem fazer para prevenir e para lidar com o problema em casa?
É muito importante que os pais estejam sempre atentos. Caso seja
necessário, deve-se procurar ajuda profissional de um especialista em
saúde mental como, por exemplo, um psicólogo ou um psiquiatra para
tratar o problema com ajuda terapêutica, pois quando os comportamentos
de cyberbullying do agressor não são trabalhados e os limites impostos,
problemas mais sérios de violência na vida adulta podem também
acontecer, com sérias consequências em relação à justiça e á sociedade,
como se envolver em gangues ou comportamentos ilícitos. Um dos
fatores-chave para a prevenção do cyberbullying em casa, tanto
com relação às vítimas quanto aos agressores, está na existência de um
diálogo franco e aberto, entre pais e filhos, sobre vida online.
Muitos pais se sentem intimidados pelo fato de seus filhos saberem
muito mais sobre ciberespaço, mas é importante ressaltar que muita das
regras que visam proteger os filhos em ambientes presenciais servem
também para os ambientes virtuais. Por exemplo, orientações como: "todo
cuidado é pouco ao falar com estranhos", ou interessar-se um pouco mais
para saber com quem os seus filhos estão se comunicando, etc. Estas
orientações são sempre bem-vindas.
Referências
ALBUQUERQUE-LIMA, A. M. Cyberbullying e outros riscos na internet: despertando a atenção de pais e professores. Editora Wak: Rio de Janeiro, 2011.
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